domingo, 27 de junho de 2010

Oh Honey, I'm sorry.

Desculpe, meu amor. Perdão por ocasionar mais um vendaval na sua vida que já é tão conturbada. Mas embora eu me sinta culpada por ter sido (mais uma vez) o pivô de um fim que possivelmnte não deveria ter existido,eu me regozijo na lembrança de que um dia eu previnie você de tudo isso, como se eu estivesse enxergando na palma da sua mão exatamente oque aconteceria, como uma vidente que diz oque você vai ser quando crescer. Mas videntes não exsitem,nem bruxas, e muito menos princesas. Oque os seus olhinhos miúdos enxergam as 4 da tarde em uma quinta feira sombria é simplesmente oque existe,sem magia e sem efeitos especiais. Corta! A cena já acabou.

Esperei por essa hora durante muito tempo,tanto que eu nem me lembro mais quanto. Mas eu só não contei com a sorte, e como os caminhos tortuosos que geralmente me levavam a você; eles me deram um novo rumo. A história ganhou um novo desfexo,talvez uma mudança no roteiro faria parecer mais interessante. E pareceu. Agora,além da mocinha sofredora e do principe imperfeito nós temos a mocinha sorridente que ultimamente parece ter perdido o coração. Temos um caçador,bravo e corajoso,que está salvando a mocinha de qualquer imprevisto. Temos eu e você. Aqui e aí.

Já dizia a sábia Maysa: "Depois de passar por mim,fica difícil ser feliz com outra mulher." Eu lamento.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Solidão? Que nada.

Texto velho,mas se encaixa com o momento.

Por onde eu ando? Te procurando. É, se você olhar bem pra trás vai me ver seguindo teus passos, mesmo a distância, sentindo a tua falta a cada instante que se passa. E foi quando eu cansei de procurar que você me apareceu. E apareceu repentino, sem pedir permissão. Apareceu incandescente, um brilho tão ofuscante que eu mal podia olhar de perto. Eu sei que eu não sou um monte de coisas, eu sei de um monte de coisas que eu não posso fazer, eu sei de um monte de lugares que eu queria estár. Eu sei,só eu sei. E sei também do quanto cada letra do teu nome continua gravado na minha mente, e não importa pra onde eu olhe, elas continuam no mesmo lugar. E boba eu, por ás vezes tentar me renegar a essa avalanche de sentimentos. A esse amor, o tão falado amor, que pra mim havia se tornado só uma utopia mas que hoje está tão perto que eu posso tocá-lo.
O amor que rasga,que bate,que sufoca,que queima. O amor que é a causa das borboletas na minha barriga,que é a causa das minhas noites mal dormidas, a causa de tudo, e não justifica nada. Ontem a noite eu pude domir feliz, leve, como há alguns dias atrás não dormia. É o conforto acarretado a tua presença, que não mesmo física, mais que vem suave depois de 3 toques do telefone.

Oi.. quem fala?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sobre o título.

Há dias,talvez semanas,eu venho pensado nesse nome. Senhorita Confusão. Já tendo atibuído ele a outro senhor,resolvi rever os meus conceitos sobre oque é confusão. Eu acho que confusão não é saber quem realemnte é o seu amor, ou com quem você realmente deve ficar; isso tem outro nome. Confusão é alternar o humor a cada hora, é dar gargalhadas assustadoras mesmo com a sensação de que o seu coração está sendo pressionado dos dois lados por tuas vigas de ferro. Confusão é a vontade de fazer as malas,mesmo com o coração sangrado de uma saudade pré-sentida,mesmo com o medo da decolagem do avião. A confusão é minha. Eu sou a confusão, e eu acho que nenhum outro adjetivo se encaixaria melhor nessa minha personalidade complexa. Sendo assim, aqui serão depositadas todas as minhas espectitas; algumas tristezas,algumas alegrias,muitas duvidas e com certeza muita confusão também. Muita besteira, e coisa sem sentido; afinal toda comédia merece seu tom agridoce. Make a move, estamos na largada.